segunda-feira, 28 de maio de 2012



Internet é usada por maior parte das empresas

O Ministério das Comunicações informou sexta-feira, dia 25, que 98% das empresas do Brasil com mais de dez funcionários estão conectadas à internet e 99% utilizam computadores em seus trabalhos.

Os dados são da 7ª Pesquisa TIC Empresas 2011, feita pelo Cetic.br (Centro de Estudos sobre as Tecnologias da Informação e da Comunicação) do CGI.br  (Comitê Gestor da Internet no Brasil), entidade composta por membros do governo, do setor empresarial, do terceiro setor e da comunidade acadêmica.

Todas as empresas pesquisadas com mais de 50 empregados utilizam a internet, segundo o relatório. A pesquisa indica também que 92% das companhias brasileiras já utilizam serviços de governo eletrônico, como consultas ao FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) da empresa (71%), pagamentos de impostos online (63%) e a participação em licitações públicas (28%).

Segundo a pesquisa, 60% das empresas possuem um site ou uma página na internet, e 30% pretendem registrar um domínio nos próximos doze meses. Participaram da pesquisa 5,6 mil empresas com dez ou mais funcionários no Brasil.

sábado, 26 de maio de 2012



Como esconder seu Twitter do Google

Com tantas redes sociais por aí, às vezes deixamos escapar algumas opiniões que não queremos que qualquer um veja. Até críticas ou elogios que depois nos arrependemos.
O Twitter via sua própria conta na rede social (@Support), publicou um link para a página central de ajuda aos usuários que querem manter seus posts quase anônimos aos olhos do Google. A iniciativa aconteceu devido ao alto índice de perfis do Twitter que aparecem como resposta às buscas no Google. Ou seja, um possível empregador coloca seu nome no Google e a primeira página encontrada é o seu Twitter pessoal.

A primeira sugestão para o anonimato é trocar o seu nome de usuário no Twitter. Se você usar um nome diferente do cadastrado nas configurações, já é um empecilho para as buscas. Crie um nickname, não use seu nome pessoal, se seu objetivo for falar besteira na rede.
Também é possível proteger sua privacidade nas configurações de conta, ou seja, trancar seu twitter, mas isso não será inteiramente seguro. Ao optar por tornar os seus tweets privados, todos os posts que você fez antes dessa modificação continuarão públicos, inclusive, na busca do Twitter.

Além disso, o Google armazena informações antigas, isso significa que mesmo que você tenha mudado ou apagado as informações, elas ainda podem estar por lá, mesmo que o link só encaminhe para uma página de erro.

sexta-feira, 25 de maio de 2012


Cerca de 33% dos brasileiros têm internet

Cerca de 33% dos brasileiros têm acesso à internet em casa e quase a metade deles utiliza banda larga. Esse número deixa o Brasil em 63º lugar no ranking de 154 países na avaliação do número de pessoas com acesso domiciliar à internet. Os dados são da pesquisa Mapa da Inclusão Digital, divulgados nesta quarta-feira  pela FGV (Fundação Getulio Vargas) e pela Fundação Telefônica. Na Suécia, 97% dos domicílios estão conectados à rede.
 O estudo utilizou dados do Censo 2010, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). De acordo com o mapa, a cidade de São Caetano do Sul, no estado de São Paulo, apresenta o maior índice do país de acesso à internet em casa (69%). Já em Aroeiras, no Piauí, o percentual é igual a zero.
 O mapa mostra também cidades em que o nível de acesso se difere por regiões. No Rio de Janeiro, por exemplo, 56% de domicílios têm acesso à internet. Na Barra da Tijuca, bairro nobre da zona oeste, esse índice chega a 94%, a vizinha, Rio das Pedras, apresenta o menor índice da cidade (21%).
 Para o coordenador da pesquisa, Marcelo Neri, as desigualdades sociais não são os únicos fatores para esse resultado. “Copacabana é um bairro rico, mas tem uma grande população de idosos que não costumam usar computadores e internet”, destacou.
 Segundo a pesquisa, a maior parte da população acessa a internet em casa, utilizando banda larga (46,92%). Depois, vêm os centros públicos de acesso pago (35,11%). Cerca de 31% acessam no trabalho, seguido da casa de amigos e parentes (19,7%) e instituição de ensino (17,5%). O acesso público gratuito é utilizado por 5,52% da população. Na pesquisa, os entrevistados puderam escolher mais de uma opção de acesso.
 Neri lembrou da importância de o Estado criar mais centros de inclusão digital em oposição ao computador pessoal como forma de socializar os custos de acesso à internet.

quarta-feira, 23 de maio de 2012



GPSNet disponibiliza internet Wi-fi em São Borja

Na última sexta-feira, dia 18 de maio, a GPSNet Provedor disponibilizou no Parque Esportivo General Vargas, próximo a rótula da Borges, a internet banda larga sem fio. Segundo a empresa, essa tecnologia poderá ser usada gratuitamente através de celulares e notebooks de qualquer pessoa através desse sinal.

Fonte: Folha de São Borja.

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Neste Domingo ocorreu a Confraternização de fim de mês da empresa. O evento foi realizado na Fazenda Maragata juntamente com os funcionários de lá.

sábado, 19 de maio de 2012


Facebook elege Brasil e Índia como países estratégicos


A maior rede social do mundo, o Facebook, elegeu o Brasil e a Índia, como países estratégicos para manter a fonte de energia de suas operações nos próximos anos. O porta-voz do Facebook enviou um comunicado esta semana a Securities and Exchange Comission, informando que, “Os usuários no Brasil, Índia e Estados Unidos, representam as principais fontes de nosso crescimento”.
De acordo com a rede social, Brasil e Índia juntos, contabilizam mais ou menos, 90 milhões de usuários na rede, ou seja, 10% da base de um total de 901 milhões de usuários registrados no final de março de 2012. Conforme dados apresentados pela consultoria socialbakers, o Brasil ultrapassou a Índia neste mês de maio em números de usuários conectados ao Facebook.
Marcelo Tripoli, CEO da consultoria iThink, falou à BBC Brasil que, “Depois dos EUA, Brasil e Índia são os países atrativos, porque geram maiores ganhos de escala por tamanho de suas populações, além disso, cada vez mais pessoas nesses países usam dispositivos móveis, como tablets e celulares para acessarem seus perfis na rede social”, afirmou ele.
Vale lembrar que no final de 2011, o Facebook ultrapassou, pela primeira vez, o Orkut, do Google, como o site de rede social mais acessado no Brasil. Nos últimos três meses, o número de perfis ativos na rede social mais famosa do mundo cresceu 24,02% no Brasil e 5,35 na Índia, contra apenas 1,06% nos Estados Unidos.

quinta-feira, 17 de maio de 2012




Apenas um terço da população do Brasil tem acesso à internet em casa

O número de brasileiros que navegam na internet cresceu, mas apenas uma em cada três pessoas tem acesso à rede em casa. É o que revela o mapa da inclusão digital lançado nesta quarta-feira (16), no Rio de Janeiro.


O crescimento impressiona, mas não estamos em uma situação confortável no ranking mundial. O Brasil ocupa a posição de número 63 entre 158 países mapeados pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) e por uma empresa internacional de pesquisa. A Suécia é onde a população está mais conectada à internet em casa. No outro extremo, com zero de acesso estão países do continente africano.
O número de excluídos no Brasil é um reflexo de nossas desigualdades, segundo os pesquisadores. E um dado no estudo causou surpresa: a maior limitação no acesso à internet no Brasil não é a renda, mas sim a falta de conhecimento. Ao todo, 33% dos entrevistados responderam que não acessavam porque não achavam necessário ou não queriam; 31% porque não sabiam usar. E 29% porque não tinham acesso ao computador.
“Eu não sei mexer e, além de tudo, eu nunca colocaria a internet na minha casa, porque para mim não tem valor”, afirma a pensionista Odete Malvezzi.
Na análise regional, a cidade de São Caetano do Sul, em São Paulo, é a campeã em acessos em casa. E 18 municípios de quatro estados brasileiros registraram 0 de acesso.
“A desigualdade de acesso pode perpetuar e ampliar a desigualdade de renda, porque quem tem acesso acha emprego com mais facilidade, tem mais acesso a instituições de ensino. Então, a preocupação com este tipo de estudo é você municiar políticas públicas que diminuam esta brecha digital entre as pessoas”, aponta o coordenador da pesquisa da FGV, Marcelo Neri.